LINHA DE ÁGUA E PROCESSOS
OSMOSE REVERSA:
O purificador por osmose reversa é um equipamento compacto de última
geração. É o top de linha no tratamento de água. A filtração se dá da
seguinte forma: primeiro a água é filtrada por um cartucho onde é
retirado o particulado, posteriormente por um cartucho de carvão
ativado e só então filtrado pela membrana de osmose reversa. Através
dessa membrana só passa a molécula de água H2O retendo todas as outras
formas de contaminação, tais como: metais pesados, microorganismos,
odores, cistos, cloro e turbidez.
ULTRAVIOLETA:
O purificador por ultravioleta proporciona água purificada de alta
qualidade. Seu processo de filtração assim como o osmose reversa tem a
pré-filtragem em dois estágios. A diferença é que ao invés da membrana,
o purificador por UV trabalha com lâmpada que produz irradiação
ultravioleta que varia de 16,0 X 10³ mWs/cm². Nesse nível os
microorganismos mais comuns são esterilizados. A luz gerada pela
lâmpada é a mesma do sol e esse é um processo natural e não
contaminante.
CARTUCHOS E MEMBRANAS:
A DIFILTRO possui a mais completa linha de cartuchos e membranas
aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) para atender todos os
segmentos industriais e residenciais.
Todos os cartuchos e membranas estão disponíveis em vários tamanhos e com grau de retenção (micragem) variada.
CARCAÇAS:
Carcaças diversas para uso residencial e industrial podem intercambiar
tipos de cartuchos e micragem variados, desde que tenham mesmo tamanho
(altura e diâmetro externo).
BAGs:
Podem ser construídos em diversos tipos de tecidos. Além de telas de
Nylon, podem ter aro plástico termosoldado e/ou costurado com arame
interno. A DIFILTRO oferece grande variedade de tamanhos, materiais e
graus de retenção de particulado.
LONA PARA FILTRO PRENSA:
As lonas são confeccionadas com tecidos de multi e monofilamento
termofixado e calandrado, podendo ter regiões impermeabilizadoras e ser
de filtragem simples e dupla.
Podem ser fornecidas em diversos tamanhos e com diferentes formas de
fixação: ilhós, velcro e fitas de amarração. Os materiais típicos são:
Algodão, polipropileno, poliéster e nylon.
Informações técnicas
Vitória/ES - Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2482 - Jesus de Nazaré Tel: (27) 3235-6888
Cuiabá/MT -Av. Beira Rio, 1706 - Praieiro Tel: (65) 3634-0848
Email: difiltro@difiltro.com.br
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Filtros de Entrada
Atende uma grande capacidade de filtração,incluindo alta vazão e
filtração de diversos sedimentos. São compatíveis com vários produtos
químicos. Podem ser usados com diversos cartuchos com altura de 10” e
20”, e diâmetro 4 ½” e grau de filtração variados.
Utilizado em tubulações de entrada de água da rede pública ou de poços
artesianos. São indicados para casas, prédios, bares, restaurantes e
comércios em geral.
São construídos em polipropileno, resistentes a água do mar e outros líquidos agressivos ao metal.
Filtros de pontos de consumo
Esses filtros foram desenhvolvidos para fixação na parede em pontos de
saída de água de ½” e ¾”, e altura de 5” e 10”. São instalados
facilmente pelo próprio usuário, sendo usados em água proveniente de
rede pública.
Elementos Filtrantes
Plissados em Poliéster:
O cartucho de poliéster plissado é fabricado com um tecido de
poliéster reutilizável que se adaptam a uma grande gama de
filtragem. Ideais para remover partículas. Possue uma área filtrante
maior, o que lhe proporciona uma alta vazão e durabilidade.
Plissados em Poléster impregnado de carvão: Os cartuchos são construídos com meio filtrante plissado não celulósico (poliéster) impregnado com carvão ativado.
Em um único cartucho é feita a filtração dos sedimentos em suspensão, a
redução do cloro e de possíveis sabores e odores indesejados na água.
Polipropileno liso:
Os cartuchos de polipropileno são produzidos com tecnologia "Melt
Blown", processo em que microfibras de polipropileno são sobrepostas e
unidas termicamente. Esta alta tecnologia atende as necessidades de
mercado em se tratando de filtragem de profundidade com elevada
capacidade de retenção de partículas.
Sistema de Filtragem por Osmose Reversa
A palavra osmose vem do grego (osmós) e significa "impulso".
Popularmente, os estudantes caracterizam por "aprender por osmose",
como a prática de andar com um livro debaixo do braço. A brincadeira
conceitua bem o fenômeno: o conhecimento seria absorvido, ficando as
páginas do livro.
A osmose natural ocorre quando duas soluções salinas de concentrações
diferentes encontram-se separadas por uma membrana semipermeável. Neste
caso, a água (solvente) da solução menos concentrada tenderá a passar
para o lado da solução de maior salinidade. Com isto, esta solução mais
concentrada, ao receber mais solvente, se dilui, num processo
impulsionado por uma grandeza chamada "pressão osmótica", até que as
duas soluções atinjam concentrações iguais.
Os purificadores por Osmose Reversa são equipados com um cartucho de
polipropileno para retirar contaminantes sólidos, um cartucho de carvão
ativado compacto para remover o cloro e outros contaminantes químicos e
uma membrana para ultra-filtração. O sistema remove metais pesados como
o bário, cádmio, cromo, chumbo e mercúrio e outros.
A osmose reversa ocorre quando aplica-se uma pressão no lado da solução
mais salina ou concentrada, revertendo-se a tendência natural. Neste
caso, a água da solução salina passa para o lado da água pura, ficando
retidos os íons dos sais nela dissolvidos.
Sistema de Filtragem por Ultra Violeta – UV
O purificador por ultravioleta proporciona água purificada de alta qualidade.
Seu processo de filtração assim como o osmose reversa tem a pré
filtragem em dois estágios. A diferença é que ao invéz da membrana, o
purificador por UV trabalha com lâmpada qu produz irradiação
ultravioleta que varia de 16,0 x 103 a 40,0 x 103 mWs/cm2 . Nesse nível
os microorganismos mais comuns são esterilizados. A luz gerada pela
lâmpada é a mesma do sol e esse é um processo natural e não
contaminante.
Hoje existem no mercado aparelhos de luz ultravioleta, a qual tem
comprovadas propriedades bactericidas. Adequadamente utilizados, podem
proporcionar a eliminação de até 99% dos germes presentes na água.
Filtração: é um processo pelo qual retiramos partículas suspensas (não dissolvidas) no meio aquoso.
Absorção: Processo físico pelo qual uma substância absorve em si própria uma outra substância. Exemplos: uma esponja sugando água.
Adsorção:
se as partículas presentes na água forem muito pequenas, então não
poderão ser retidas pelos filtros, por menor que seja sua malha. Neste
caso, recorre-se à adsorção, que consiste comumente no emprego de um
"filtro" de carvão ativado, no qual ficam aderidas as micro partículas
presentes na água. Periodicamente deve se trocar o elemento de carvão
ativo, pois o mesmo fica saturado perdendo sua capacidade de retenção.
Esterilização:
a irradiação por luz ultravioleta esteriliza a água, eliminando os
microorganismos mais comuns (vírus, bactéria, fungos, etc). Trata-se de
um processo natural, não deixa gosto e não é prejudicial à saúde.
Dessalinização:
em muitos lugares do Brasil a carência de água potável é grande. Por
isto perfuram-se poços, artesianos ou não, para suprimento de água.
Entretanto em muitas regiões, particularmente na proximidade do mar, a
água apresenta-se salobra, isto é, levemente salgada. Seu consumo
contínuo é nocivo ou mesmo impossível. Para retirar o sal dissolvido
nesta água, nenhum dos processos acima expostos funciona. O tratamento
da água por filtração, carvão ativo, luz UV e outros pode produzir uma
água de aparência cristalina, até isenta de germes, mas nada poderá
retirar os sais nela dissolvidos, exceto a osmose reversa.
Água destilada ou desmineralizada:
certos processos industriais ou de laboratório exigem o emprego de água
com teor muito baixo de sais dissolvidos, praticamente zero. Em pequena
escala, a destilação fornece água com estas características.
Modernamente, os processos de troca iônica também são largamente
utilizados para a produção de água desmineralizada. Entretanto a osmose
reversa vem sendo empregada cada vez mais para a produção de água
desmineralizada e ultrapura.